19th May 2012

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“Então FODA-SE, faça isso por você, ou pelos seus conceitos! Não deixe que esses filhos da puta arrogantes que não tem nada pelo o que se orgulharem, te amedrontar. Cansei. Tá na hora da reviravolta. Vamos ser diferentes, mais fortes, mais corajosos, mais destemidos! Orgulhe-se dos dons que Deus te deu, e use-os! Ame-os! Ninguém lhe diz no que acreditar, ninguém lhe impõe um limite. Porque não podem fazer isso. Não podem te fazer de gado humano, como se você não tivesse sonhos, nem princípios. Valorize-se! Ame-se! Ninguém nunca fará isso por você. Acredite em si mesmo! Busque tua força interior, e levante essa cabeça! Porra! Faça algo que te dê orgulho, pois não há nada melhor do que cegar com seu brilho, quem um dia duvidou do seu futuro.”

7th May 2012

Photoset reblogged from Livin' On A Prayer

Source: futura-esposa

20th March 2012

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Adele- ( One and Only)
Você esta na minha cabeça, e eu o amo mais a cada dia, me perco no tempo, só pensando em seu rosto. Só Deus sabe, por que levou tanto tempo para esquecer minhas duvidas, você é o único que eu quero. Eu não sei por que eu estou com medo, eu já estive aqui antes, cada sentimento, cada palavra, já imaginei tudo. Você nunca saberá se nunca tentar, perdoar o seu passado e simplesmente ser meu, eu te desafio a me deixar ser sua, única, juro que valho a pena. Será que um dia eu saberei a sensação de te abraçar?

Adele- ( One and Only)

Você esta na minha cabeça, e eu o amo mais a cada dia, me perco no tempo, só pensando em seu rosto. Só Deus sabe, por que levou tanto tempo para esquecer minhas duvidas, você é o único que eu quero. Eu não sei por que eu estou com medo, eu já estive aqui antes, cada sentimento, cada palavra, já imaginei tudo. Você nunca saberá se nunca tentar, perdoar o seu passado e simplesmente ser meu, eu te desafio a me deixar ser sua, única, juro que valho a pena. Será que um dia eu saberei a sensação de te abraçar?

15th March 2012

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Debruçada na cama, tentando ficar com os pensamentos bem longe daqui. Preciso apagar as marcas de um amor mal curado, preciso de uma nova distração. Tento dormir mais não consigo, sono onde está você ? Venha cá e me leve para um mundo tranquilo, onde haja historias bonitas e intermináveis. Preciso sonhar, voar daqui , voltar a ser criança mais uma vez. Sentir o vento que esvoaça os meus cabelos, sentir o doce perfume das flores. Quero poder fechar os olhos e ir parar no País das Maravilhas, embora eu saiba que quando abrir os olhos tudo volte a tão monótona realidade. Cadê aquela imaginação que outrora rodeava minha mente? […] Talvez eu nunca mais voltar a ser a pequena garotinha de antes, talvez tudo isso tenha sido culpa minha, é , foi culpa minha. Agora eu estou aqui , tentando voltar a ser como era antes, tentando sonhar e amar as pequenas coisas novamente, e só me resta o arrepio frio da noite e uma pequena lagrima que insiste em cair sobre o travesseiro.”

13th March 2012

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”Tuas lágrimas, tuas tristezas e tuas alegrias. Era somente isso que a pequena garota carregava em tua bolsa enquanto caminhava em direção ao rio. Ela acordara cedo, com a luz fraca do sol nascendo em tua janela. Tirou tua camiseta velha, de uma banda de rock que usava para dormir. Foi até o banheiro tomou uma leve ducha. Não comeu tampouco bebeu nada. Pegou apenas tua bolsa e saiu da casa. Era um dia lindo, o sol raiava forte e as pessoas pareciam alegres. A garota, com teus passos leves, ia até um local próximo á cidade, com apenas alguns visitantes. Era um belo lugar. Havia uma ponte feita de pedras, sob ela, um pequeno rio de cor do céu. Havia também muitos bancos em volta dessa bela paisagem. E foi lá que ela sentou-se. Deixou a bolsa de lado e observou lentamente as minúsculas ondas do rio. Suspirou profundamente e agarrou a bolsa. De lá, tirou algumas lágrimas que haviam sido ali guardadas na noite anterior, quando ela deitou-se na cama. As lágrimas saíram de tua bolsa, indo diretamente aos olhos cor de mel dela. Desciam, escorriam demasiadas. Enquanto escorriam, ela olhava para a beleza em tua frente. Após alguns minutos, secou-as e novamente abriu a bolsa. Agora tirou uma imensa tristeza, que havia guardado no decorrer de teus dias. Com isso, teu coração apertou-se, tua expressão esvaziou-se e ela não pôde fazer nada, do que mergulhar no mar profundo da tristeza. Durante tudo isso, ela continuava fitando o rio e a ponte. Somente eles, sem preocupar-se com as pessoas. Após longos momentos sombrios e frios, ela tirou da bolsa -finalmente- tuas alegrias. Abriu em teu fino rosto, um enorme e brilhante sorriso. Teu coração encheu-se de alegria e até mesmo, teus olhos brilharam com tamanha felicidade. Foi capaz até mesmo de ver a paisagem na qual fitava, com mais cor, com mais beleza que já era. Pegou a bolsa e saiu de lá. Caminhou pela cidade, rodopiando de alegria, ainda com o sorriso na face. Deu bom dia á todos, cantarolou tua música preferida e saltitou ao som da mesma […] Fora o primeiro dia que ela fizera isso - ir até a ponte da cidade espairecer-se das tristezas e encher-se de alegria-. Mal sabia ela que repetiria isso inúmeras vezes, sempre que a tristeza e invadisse - como é uma coisa rotineira para ela-. Queria voltar lá somente para adquirir a tamanha alegria que sentia […] Há alguns relatos de que ela voltara lá muitas vezes sim. Algumas das mesmas fora querer ser feliz. Mas outras, era para esvaziar-se da tristeza. Repetiu isso muitas e muitas vezes. E há quem diga que ela morreu ali, afogada no rio, num dia onde nem mesmo com tua bolsa e com a ponte, a tristeza deixou-a. Então ela mesma a fez isso. Mergulhando eternamente no rio que sempre a ajudara.”

”Tuas lágrimas, tuas tristezas e tuas alegrias. Era somente isso que a pequena garota carregava em tua bolsa enquanto caminhava em direção ao rio. Ela acordara cedo, com a luz fraca do sol nascendo em tua janela. Tirou tua camiseta velha, de uma banda de rock que usava para dormir. Foi até o banheiro tomou uma leve ducha. Não comeu tampouco bebeu nada. Pegou apenas tua bolsa e saiu da casa. Era um dia lindo, o sol raiava forte e as pessoas pareciam alegres. A garota, com teus passos leves, ia até um local próximo á cidade, com apenas alguns visitantes. Era um belo lugar. Havia uma ponte feita de pedras, sob ela, um pequeno rio de cor do céu. Havia também muitos bancos em volta dessa bela paisagem. E foi lá que ela sentou-se. Deixou a bolsa de lado e observou lentamente as minúsculas ondas do rio. Suspirou profundamente e agarrou a bolsa. De lá, tirou algumas lágrimas que haviam sido ali guardadas na noite anterior, quando ela deitou-se na cama. As lágrimas saíram de tua bolsa, indo diretamente aos olhos cor de mel dela. Desciam, escorriam demasiadas. Enquanto escorriam, ela olhava para a beleza em tua frente. Após alguns minutos, secou-as e novamente abriu a bolsa. Agora tirou uma imensa tristeza, que havia guardado no decorrer de teus dias. Com isso, teu coração apertou-se, tua expressão esvaziou-se e ela não pôde fazer nada, do que mergulhar no mar profundo da tristeza. Durante tudo isso, ela continuava fitando o rio e a ponte. Somente eles, sem preocupar-se com as pessoas. Após longos momentos sombrios e frios, ela tirou da bolsa -finalmente- tuas alegrias. Abriu em teu fino rosto, um enorme e brilhante sorriso. Teu coração encheu-se de alegria e até mesmo, teus olhos brilharam com tamanha felicidade. Foi capaz até mesmo de ver a paisagem na qual fitava, com mais cor, com mais beleza que já era. Pegou a bolsa e saiu de lá. Caminhou pela cidade, rodopiando de alegria, ainda com o sorriso na face. Deu bom dia á todos, cantarolou tua música preferida e saltitou ao som da mesma […] Fora o primeiro dia que ela fizera isso - ir até a ponte da cidade espairecer-se das tristezas e encher-se de alegria-. Mal sabia ela que repetiria isso inúmeras vezes, sempre que a tristeza e invadisse - como é uma coisa rotineira para ela-. Queria voltar lá somente para adquirir a tamanha alegria que sentia […] Há alguns relatos de que ela voltara lá muitas vezes sim. Algumas das mesmas fora querer ser feliz. Mas outras, era para esvaziar-se da tristeza. Repetiu isso muitas e muitas vezes. E há quem diga que ela morreu ali, afogada no rio, num dia onde nem mesmo com tua bolsa e com a ponte, a tristeza deixou-a. Então ela mesma a fez isso. Mergulhando eternamente no rio que sempre a ajudara.”

10th March 2012

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E pela primeira vez na vida, eu gosto de mim ao mesmo tempo que gosto de alguém. E como é boa essa sensação! Eu não me humilharia por ti, e é por isso que tu gostas de mim tanto assim. Eu recuso-te e tu ficas. Porém, eu sei que se eu grudasse, tu não irias permanecer. Por essa razão é que eu vou embora todos os dias de manhã e volto todas as noites. Deixo-te sem notícias, sem mensagens, sem ligações horas e horas. Não atendo, não respondo, não procuro. Sou minha, mas sou tua, também. E isso faz com que tudo seja feliz. Gosto quando me esperas; gosto de me colocar minimamente bonita para ti e para mim. Gosto quando me sorris e eu desvio o olhar para não dar parte fraca; para nunca saberes que o teu sorriso me faz sorrir. E, muitas das vezes, eu brigo contigo, porque amo ouvir-te dizer: “Não vás”. Dá-me um aperto no coração, mas eu vou, porque gosto de mim. Tu imploras, e eu volto porque gosto de ti.

10th March 2012

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10th March 2012

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10th March 2012

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10th March 2012

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